Retina + Tratamento
Injeções
intravítreas
Quando o tratamento precisa chegar diretamente à retina.
Algumas doenças da retina e da mácula vão além do uso de colírios e lasers. As injeções intravítreas permitem que medicamentos atuem diretamente no local da doença, ajudando a estabilizar ou melhorar a visão e a evitar que a condição se agrave.


Uma injeção no olho pode assustar. E eu entendo.
É comum que essa seja a primeira reação quando converso com um paciente sobre o tratamento. Mas o procedimento costuma ser bem diferente do que a maioria imagina.
A aplicação é realizada com anestesia local, em ambiente preparado e seguindo cuidados rigorosos de segurança. É um procedimento relativamente rápido e, na maioria dos casos, o paciente retorna para casa no mesmo dia.
Meu papel também é explicar cada etapa antes de começarmos, para que você saiba exatamente o que será feito e por quê.
Indicações
Quando uma injeção intravítrea pode ser necessária?
As injeções intravítreas fazem parte do tratamento de diferentes doenças da retina, especialmente quando existe acúmulo de líquido, edema ou alterações nos vasos sanguíneos.
Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI)
Quando há vasos anormais e acúmulo de líquido comprometendo a mácula, a região da visão central.
Edema Macular Diabético
Quando o diabetes leva ao inchaço da parte central da retina e a visão de detalhes começa a ceder.
Retinopatia Diabética
Em fases nas quais os vasos da retina passam a vazar, sangrar ou proliferar.
Oclusões Vasculares da Retina
Quando uma veia ou artéria da retina é obstruída e surge edema como consequência.
Outras alterações da mácula e da retina
Situações em que o exame identifica líquido, edema ou atividade que se beneficia do tratamento local.
A presença de uma dessas doenças, porém, não significa automaticamente que você precisará de uma injeção. A decisão depende do exame da retina, dos exames complementares e das características de cada caso.

O tratamento não é igual para todo mundo
Existem diferentes medicamentos que podem ser utilizados por via intravítrea. A escolha depende da doença que estamos tratando, do estágio em que ela se encontra e de como o olho responde ao tratamento.
Da mesma forma, algumas pessoas precisam de poucas aplicações. Outras necessitam de acompanhamento e aplicações ao longo do tempo.
Por isso, mais importante do que simplesmente “fazer uma injeção” é ter uma estratégia de tratamento e acompanhar de perto a resposta da retina.
O procedimento
Como funciona a aplicação?
- 01
Avaliação da retina
Antes de indicar qualquer tratamento, precisamos entender exatamente o que está acontecendo dentro do olho.
- 02
Preparação
O olho recebe anestesia local e é cuidadosamente preparado para que o procedimento seja realizado de forma segura.
- 03
Aplicação
O medicamento é aplicado no interior do olho por meio de uma agulha muito fina.
- 04
Acompanhamento
Depois da aplicação, continuamos acompanhando a retina para avaliar a resposta e definir os próximos passos.

Experiência
Experiência também faz parte do tratamento
Sou médica oftalmologista com atuação dedicada à Retina e Vítreo, área à qual tenho direcionado minha formação e minha prática profissional.
As injeções intravítreas fazem parte da minha rotina no tratamento de doenças retinianas.
Mais do que realizar o procedimento, meu objetivo é acompanhar a evolução de cada paciente, avaliar a resposta da retina e ajustar a estratégia sempre que necessário.
Porque tratar a retina exige técnica, mas também acompanhamento ao longo do tempo.
